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SAVI, Aline Eyng; DISCHINGER, Marta; HESPANHOL, Lays Juliani. APO sobre inclusão: o desenho universal como ferramenta em casa de acolhimento institucional. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 16., 2016, São Paulo. Anais... São Paulo: ANTAC, 2016.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Com arquivo PDF disponíveis: 1)
Citações: 61
Índice h: 4  
Co-autores: 1

Resumo

O ECA criou modalidades de atendimento como o acolhimento institucional, buscando alterar a realidade histórica de reclusão de crianças e adolescentes no Brasil. O acolhimento não isola e salvaguarda a saúde, educação e moradia; assiste ambos os sexos entre zero e dezoito anos; em processo ou não de adoção, com ou sem família direta ou estendida; e com a tutela do Estado até que os motivos da institucionalização sejam sanados. O processo deveria ser transitório, mas leva meses ou anos. A legislação controla a administração, contudo é generalista quanto ao ambiente construído. As edificações são alugadas, adaptadas ao uso, sem reguladores espaciais que permitem apropriação de uma casa, como a privacidade. Através da APO, apresentam-se resultados parciais da tese de Doutorado, compreendendo os fatores ambientais como necessários para definir o que seria um abrigo e uma casa na ótica institucional. Na APO, observou-se a repetição de práticas de coletividade, justificadas pela organização das rotinas. Acredita-se que para promover inclusão almejada pela legislação, é preciso que os ambientes sejam adequados às necessidades funcionais e psicológicas de seus usuários. Para tanto, diretrizes projetuais que considerem o DU oferecem condições para o usuário participar e interagir, desenvolvendo novas competências cognitivas e sociais. 

Abstract

The ECA has created forms of care such as shelter, seeking to change the historical reality of incarceration of children and adolescents in Brazil. The host does not isolate and safeguard the health, education and housing, assists both sexes between zero and eighteen, in the process or not to adopt, with or without direct or extended family, and the state supervision until the different reasons for institutionalization are healed. The process should be transitory, but it takes months or years. The law controls the administration, but it is general as the built environment. The buildings are rented, adapted to use, without spatial regulators that allow ownership of a house, such as privacy. By POE, we present partial results of the PhD thesis, including environmental factors is necessary to define what would be a shelter and a house in the institutional perspective. In the POE, there was a repetition of collective practices, justified by the organization of the routines. It is believed to promote inclusion longed for by law, it is necessary that the environments are suited to functional and psychological needs of its members. Therefore, projective guidelines that consider the DU offer conditions for the user to participate and interact, developing new cognitive and social skills. 
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