Mais informações

ULYSSÉA NETO, Ismael. Uso de modelos de acessibilidade explícita na análise da influência de shopping centers sobre a distribuição de viagens em áreas urbanas. In: CONGRESSO TÉCNICO-CIENTÍFICO DE ENGENHARIA CIVIL, 1996, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, 1996. p. 983-991.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 5 (Com arquivo PDF disponíveis: 3)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

Enquanto pólos geradores de tráfego, os Shopping Centers atraem um grande número de viagens, atuando como verdadeiras zonas de tráfego numa área urbana. Isto, sem dúvida, provoca um alto impacto sobre o sistema viário no entorno do Shopping, ocasionando problemas tais como: congestionamento de veículos, riscos de acidentes, dificuldade de estacionamento, modificações no uso do solo em áreas adjacentes, etc. Estudos sobre estes impactos revestem-se de grande importância e necessariamente passam pela quantificação da magnitude e distribuição espacial das viagens que demandam ao Shopping. Dentre os modelos usados para quantificar a demanda de viagens a Shopping Centers, os modelos de acessibilidade explícita se destacam pelo fato de poderem ser especificados com variáveis causais e levarem em conta os efeitos não lineares da acessibilidade do Shopping em relação aos potenciais consumidores. Neste trabalho, são apresentados os resultados da aplicação de um modelo alternativo de acessibilidade explícita para avaliar a influência de um Shopping Center sobre a distribuição espacial das viagens com motivo trabalho, que ocorrem na cidade de Florianópolis. Uma análise dos valores obtidos para o parâmetro de impedância do modelo, permitiu concluir-se que a influência do Shopping depende da sua acessibilidade em relação às demais zonas potencialmente produtoras de viagens. Ressalta-se que para este tipo de análise, os modelos de acessibilidade explícita apresentam-se com mais consistência do que os modelos convencionais de geração e distribuição de viagens, sendo mais causais e mais sensíveis às modificações da atratividade dos destinos das viagens.
-