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ULYSSÉA NETO, Ismael; Kühlkamp, Nilo. Uso de modelos de oportunidades intervenientes na estimativa de matrizes de O-D de viagens : Uma nova perspectiva. In: CONGRESSO DE ENGENHARIA CIVIL, 5., 2002, Juiz de Fora. Anais… Juiz de Fora: UFJF, 2002.
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Resumo

Uma das informações técnicas mais importantes na área de Transportes é, sem dúvida, a matriz de origem-destino (O-D) das viagens que ocorrem numa certa área geográfica de estudo. Uma vez que a determinação dos volumes de tráfego nos segmentos que compõem uma rede viária, é decorrência da alocação das viagens que ocorrem na área de estudo num certo intervalo de tempo, vê-se que a matriz de O-D é fundamental para a realização de vários estudos e projetos rodoviários, dentre os quais destacamos : a) estudos de viabilidade econômica de implantação, manutenção e melhoramentos de rodovias, b) análise operacional de tráfego, c) dimensionamento de pavimentos e seus reforços, d) estudos tarifários em pedágios, e) estudos de acidentes e f) estudos de impactos ambientais. Após discorrer sobre os modelos matemáticos convencionalmente usados na estimativa de matrizes de O-D em áreas urbanas, apresenta-se uma análise crítica sobre como os efeitos de impedância à realização de viagens são tratados nestes modelos. A partir daí, os modelos de oportunidades intervenientes são evidenciados como sendo aqueles que possibilitam correlacionar, de uma forma direta, a distribuição espacial das atividades urbanas (uso do solo) e o padrão de distibuição espacial das viagens (matriz de O-D) que predomina na área de estudo. A seguir, são apresentados os argumentos de natureza técnica que apontam para a necessidade de aperfeiçoamento dos modelos convencionais de oportunidades intervenientes, concluindo-se pela necessidade de uma reconcepção destes modelos, de tal forma que os mesmos levem em consideração, de maneira diferenciada, as posições espaciais relativas dos vários destinos de viagens que competem entre si na formação dos fluxos entre os diversos pares de O-D. Finalmente, são discutidas alternativas para a operacionalização destes aperfeiçoamentos, vis-à-vis os métodos matemáticos e computacionais que se apresentam como os mais apropriados.
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