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PAULA, Andréia de; SÁNCHEZ, Emil. Aderência das chapas de carbono em elemento de concreto estrutural reforçados à flexão. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9., 2002, Juiz de Fora. Anais… Juiz de Fora: UFJF, 2002.
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Resumo

O surgimento da técnica de reforço estrutural usando chapas de carbono coladas com resinas epóxi deu-se na década de 1960, tendo desenvolvido-se nas décadas seguintes. Na década de 1980 apareceram no mercado da construção cívil materiais compósitos. Esses materiais compósitos têm propriedades mecânicas da ordem de grandeza das propriedades mecânicas do aço, um desses produtos é à fibra de carbono, que é colada com uma matriz de resina epóxi nos elementos de concreto, fazendo com que esses materiais fossem usados com vantagem em relação ao aço estrutural. As chamadas chapas de carbono (CFC) para reforço estrutural estão aos poucos substituindo as chapas de aço, porém, ainda pode-se criticar vários tópicos no que se refere à execução, analise, dimensionamento e detalhamento desse tipo de reforço, sendo necessário a realização de estudos mais conclusivos. A finalidade dos materiais compósitos, como os constituídos de fibras de carbono, não é substituir totalmente o aço, o concreto ou a madeira como material de construção, mas completá-los como material estrutural. A aplicação de chapas de fibra de carbono como reforço estrutural no Brasil é prejudicada pelos autos preços cobrados no mercado e pela inexistência de fornecedores em maior número. A inexistência de uma sistemática racional de dimensionamento, na qual são aplicados conceitos básico do Estado Limite Último, especialmente no que se refere a adoção de um coeficiente de segurança parcial para a chapa de fibra de carbono, leva a aplicação errada de filosofias que não condizem com a pratica brasileira de projeto estrutural. A utilização de recomendações de catálogos traduzidos sem explicações detalhadas da metodologia a ser aplicada pode levar a erros de dimensionamento, e muitas vezes contra a segurança. A publicação de resultados de diversos trabalhos de pesquisa desenvolvidos e que estão em desenvolvimento, pelas Universidades nacionais, permitirá uma melhor avaliação de parâmetros adequados para o dimensionamento quotidiano, num futuro breve.
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