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WIELEWICKI, Anelise Gomes. As tipologias dos edifícios de escritórios e a sustentabilidade. In: NUTAU: SUSTENTABILIDADE, ARQUITETURA, DESENHO URBANO, 4., 2002, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 2002. p. 512-519.
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Resumo

A sustentabilidade de um edifício liga-se, dentre outros fatores, à adequação ao seu funcionamento e uma percepção ambiental favorável ao seu uso. Ao analisar as atividades de edifício de escritório têm-se duas prerrogativas inerentes à necessidade do usuário: concentração para tarefas individuais e integração com outros colegas. Estas características se colocam em problemas arquitetônicos bastante distintos: isolamento e permeabilidade. Portanto, qual a ambiência necessária para a produção satisfatória nestes espaços? Como estudo de tipologias de layout, propõe-se três bastante usuais: o escritório taylorista, o escritório-paisagem e o home office. O primeiro tipo considerado foi o modelo taylorista, centrado no controle produtivo. Neste caso, a concentração e a integração não são prioridades, uma vez que não há espaço para a inovação individual e o trabalho em equipe. Ao evoluir o processo, toda a edificação fica comprometida por adotar um projeto rígido na sua primeira necessidade. Já no escritório-paisagem é a idéia do espaço democrático que prevalece. O porém deste modelo é a impossibilidade da concentração devido à falta de privacidade. Desta forma, pequenas salas são criadas para gerências e reuniões, ocorrendo freqüentemente a ausência da luz e ventilação naturais no interior de onde se encontra a maior parte dos usuários. Outras vezes o mobiliário se torna tão confuso que compromete a inteligibilidade espacial. O último e menos conhecido modelo _pelo uso ainda incipiente_ é o home office. Devido ao fato da residência ser altamente pessoal, a concentração e a integração dependem muito do esforço individual, além da tecnologia adotada para a interação com a sede e outros colegas. Como não existem formas únicas de trabalho, tais modelos se adequam a empresas específicas. Sendo assim, este artigo resume características destas tipologias, visando contribuir ao estudo de edifícios de escritórios para uma melhor qualidade no ambiente de trabalho e otimização de suas instalações.

Abstract

The building sustentability is connected to the suitable function and a positive environmental perception. On analusing the office building activities there are two needs of the worker: concentration for individual tasks and integration with the other coleagues. These needs ask different archtetonic solutions: isolation and integration. Which is the solution for a nice production in these spaces? As a study of layout typology, tere are three very usual: the Taylor´s office, the landscape office and the home office. The first one considered was the Taylor´s model, centrated in the productive control. In this case, the concentration and i ntegration are not prioritary, once there´s no space for the individual inovation and group work. When there is an up grade of the process, all the building is old fashioned on adopting a project closed in its first need. On the other hand, at the landscape office there´s some idea of democratic space, but, in this model it´s very hard to concentrate due to the lack of privacity. At this way, small rooms are created for managers and meetings, provoking the absence of natural lighting and ventilation. Where the most part of peolpe work. In other cases, the forniture is so mixed up that it´s impossible a spacial understanding. The last one e less known model _ due to the recent use _ is the home office. As home is highly personal, concentration and integration are lincked to the personal effort, besides the technology which connects to the company. There´s no just one way to work, these models are suitable for specific companies. So, this paper sums up typologies, looking forward to contribute the study of officebuildings, for a high quality of work environment and racionalization of installations.
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