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CRIVELARO, M.; FALDINI, S. B. Monitoramento de corrosão no Viaduto Deputado Luís E. Magalhães (Projeto Água Espraiada) utilizando diversos sensores de corrosão feitos de material reciclável. In:CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO, 41., 1999, Salvador. Anais… Salvador: IBRACON, 1999.
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Resumo

A utilização de sensores de corrosão instalados em obras de engenharia civil não é muito freqüente. Muitos fatores dificultam a disseminação desta técnica, os principais são: utilização de materiais de alto valor comercial (ouro, prata), grandes dimensões da aparelhagem, incompatibilidade no projeto estrutural e falta de treinamento do pessoal operacional. No viaduto Deputado Luís Eduardo Magalhães (Projeto Água Espraiada), gerenciado pela EMURB e projetado pela THEMAG Eng ª e Gerenciamento Ltda., com 410,0 m de extensão total, foi permitida a instalação de diversos sensores de corrosão feitos de material reciclável. Os agentes agressivos aos 10.800m³ concreto neste viaduto são o gás carbônico emitido pelos 3.500 veículos/ hora/ sentido e a umidade ocasionada pela chuva. A constante variação da umidade relativa do ar, a frente de carbonatação e diferentes cobrimentos ao longo do viaduto facilitam o aparecimento de regiões heterogêneas na estrutura de concreto armado. Essa heterogeneidade permite que os sensores de corrosão, inseridos dentro do concreto, funcionem como células eletroquímicas, emitindo corrente contínua elétrica da ordem de microamperes que pode ser medido com amperímetro comercial. Os materiais recicláveis utilizados como cátodo são: tubo de cobre, parafuso de latão, lata de alumínio de refrigerante, lata de alumínio de refrigerante revestida de zinco, grafita e talher de aço inoxidável. É importante também destacar a experiência adquirida na instalação dos sensores nos diversos componentes estruturais, durante a etapa final da obra
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