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CORNIALI, Mara Clécia Dantas Souza Mara Clécia Dantas Souza; LEITE, Handerson J. D. Atualização hospitalar planejada. Atualização hospitalar planejada. In Salvador,2003. p. 103-120, il
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Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
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Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

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Resumo

O uso de equipamentos nos ambientes de saúde tem ajudado a melhorar, de forma significativa, a expectativa de vida humana. A inserção desse novo componente agregou profissionais d área de saúde, como, por exemplo, o Engenheiro Clínico e o Arquiteto Hospitalar. À Engenharia Clínica cabe a gestão, sistêmica e multidisciplinar, da tecnologia presente nos estabelecimentos assistenciais de saúde, desde o processo de planejamento de uma nova unidade, até a desativação de um equipamento. Tais funções exigem que os profissionais de arquitetura hospitalar e engenharia clínica atuem em parceria constante, visando evitar problemas na aquisição e na instalação de equipamentos. A necessidade de interação torna-se mais relevante se analisada à luz da recente Portaria RDC 50, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). A nova legislação traz uma mudança conceitual em relação ao dimensionamento das áreas para equipamentos, deixando de lado a rigidez no definição dos valores e adotando a idéia de que o design do equipamento é dinâmico. Tal modificação implicará na necessidade da incorporação dos equipamentos ao projetos arquitetônico, já na submissão do mesmo às vigilâncias sanitárias. Espera-se que a atuação unificada resulte em menores custos, aumento da segurança, conforto e qualidade aos pacientes e aos profissionais da área.

Abstract

The use of equipments in health environment had helped to improve, in a significant way, the human life expectancy. The inclusion of this new component added some professionals to healthcare areas, for example, the clinical engineers or hospital architects. To the clinical engineer concems the systemic and multidisciplinary management of technology present in healthcare institutions, from a new department planning process, until the equipment break-up. This functions demand from clinical engineers and hospital architects to act always together looking for avoid problems in acquisitions and installation technology. The needing of cooperation turns it more relevant at sight of new Norm RDC 50 of ANVISA (Sanitary Vigilance National Agency). The new legislation bring a change of concept refereed to space equipment dimensioning, leaving back a rigid definition of dimensions and adopting an idea that design of equipment is dynamical. That changes will imply that needs of incorporate this equipments to architectural projects, even in submission to Control Agencies. Is expected that this improvement in unified proceedings result in less costs, augment of security, comforf and quality, for patients and professionals.
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