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Julião, José et al. Célula solar eletroquímica sensibilizada por corante natural. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENERGIA SOLAR, 2007, Fortaleza. Anais... Fortaleza: ABENS, 2007.
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Resumo

Células Solares Eletroquímicas sensibilizadas por corantes (CSESC) é um assunto de muito interesse tecnológico, tendo em vista a possibilidade de viabilizar a fabricação, a baixo custo, de células e painéis fotovoltaicos para conversão direta da energia solar em energia elétrica. O baixo custo dessas células está relacionado com a matéria prima utilizada, no caso o pó de dióxido de titânio, TiO2, em forma de filmes nanoporosos, e com o processo de fabricação das mesmas. Este trabalho tem por objetivo apresentar os resultados de uma pesquisa tecnológica, visando a fabricação deste tipo de célula solar, que é composta de três partes principais: o fotoeletrodo, o con-tra-eletrodo e o eletrólito. Os fotoeletrodos foram preparados pela deposição do filme de TiO2 sobre um substrato de vidro condutor, usando-se o processo de espalhamento de uma emulsão contendo partículas suspensas do pó desse material. O filme assim preparado foi sinterizado a uma temperatura apropriada, e a seguir teve o corante adsorvido sobre sua superfície. Foi usado corante natural, obtido de uma planta ornamental brasileira. A preparação dos contra-eletrodos foi feita pelo processo de espalhamento de uma emulsão contendo pó de carvão ativado com Pt 1%, misturado com pó de TiO2. Na montagem das células, usou-se dois tipos de eletrólitos: eletrólito liquido e eletrólito quase sólido, ambos contendo o mesmo par oxi-redutor I-/I3-. A caracterização foi feita mediante o levantamento de curvas de corrente versus tensão, tanto no escuro como sob iluminação. Da análise dessas curvas foram obtidos os parâmetros característicos das células, tais como: corrente de curto-circuito, tensão de circuito aberto, potência máxima de saída e fator de forma.
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