Mais informações

MEIRA, Gibson. Agressividade por cloretos em zona de atmosfera marinha frente ao problema da corrosão em estruturas de concreto armado. 369fTese (Doutorado em Engenharia Civil) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2004.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 4 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: 1

Resumo

O presente trabalho estudou o efeito do distanciamento em relação ao mar na agressividade dos cloretos frente a estruturas de concreto armado. Para tal, foram vencidas três etapas: monitoramento do ambiente; estudo do transporte de cloretos no concreto; e estudo do limite crítico de cloretos necessário para desencadear o processo corrosivo. A partir do cumprimento dessas etapas, desenvolveu-se um modelo analítico do comportamento da taxa média de deposição de cloretos, em função da distância em relação ao mar, que revelou o decréscimo exponencial dessa variável com a distância ao mar e a sua relação com a velocidade do vento. No estudo do limite crítico de cloretos, observou-se que o limite crítico clássico de 0.4 % (cloretos totais) em relação à massa de cimento é conservador para os materiais e ambientes estudados, melhor cabendo um limite em torno a 0.8 % (cloretos totais). O estudo do transporte de cloretos no concreto, aliado ao estudo do limite crítico e ao monitoramento da deposição de cloretos, permitiram concluir que a zona de atmosfera marinha tem sua influência estendida até o limite de 10 mgCl/m2.dia para a taxa média de deposição de cloretos, assumindo, nesse intervalo, duas subzonas com elevada e moderada agressividade.
-