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Gama, Carlos et al. Dimensionamento da transmissão da interligação Norte-Sul, contemplando inovações metodológicas relacionadas a aspectos energéticos. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
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Resumo

A partir de 1992, estudos energéticos realizados no âmbito da Eletrobrás, indicaram a possibilidade de se obter ganhos energéticos expressivos através da interligação dos sistemas elétricos Norte/Nordeste e Sul/Sudeste/Centro-Oeste do Brasil. Estes ganhos seriam obtidos através de fluxos interregionais sazonais, permitindo uma operação otimizada dos reservatórios das usinas. Neste sentido, os benefícios energéticos se mostraram mais expressivos quando entrada em operação a segunda etapa da UHE Tucuruí, prevista para 2002. Na época, foi constatado que uma interligação com 1000 MW de capacidade e US$ 560 milhões de dólares de custo proporcionaria um ganho energético de 600 MW médios. Em termos de custo/benefício, para um ganho de energia da ordem de 600 MW médios, tem-se o custo unitário total de 15 US$/MWh para todo o empreendimento da interligação Norte-Sul e impactos associados nas regiões interligadas. Com o crescimento das projeções de mercado, criou-se a perspectiva de elevados riscos de déficit nas regiões Sudeste e Centro-Oeste a partir de 1998. Como existe dificuldade de se incorporar obras de geração de curto prazo nas regiões afetadas, foram realizadas investigações no sentido de se antecipar a interligação Norte/Sul para dezembro de 1998, data considerada factível fisicamente. Foi verificado que, além dos fluxos de otimização entre as bacias do Nordeste e Sudeste, existiam excedentes de energia na usina de Xingó ainda não absorvidos pelo sistema Norte e Nordeste, que poderiam servir para reduzir os riscos de déficit das regiões Sudeste e Centro-Oeste. Foram adotadas as tecnologias de corrente alternada e contínua e a evolução do sistema de transmissão da Interligação Norte/Sul contemplou a integração das usinas programadas para o rio Tocantins, havendo duas hipóteses de traçado; ligação ponto-a-ponto construída inicialmente entre Serra da Mesa e Imperatriz, na rota do rio, 990 km; e ao longo da BR-153, 1075 km, onde se introduzem deflexões para conectá-las aos pontos de localização das futuras usinas. Na Figura 1 é apresentada a interligação Norte-Sul, na sua configuração inicial.
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