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Sobral, Sergio et al. Redução de potenciais de terra pela utilização de cabos para-raios CAA nos trechos de linhas de transmissão próximos a subestações e usinas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
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Resumo

O presente IT mostra que a utilização de cabos pára-raios CAA (alumínio com alma de aço) nas saídas de linha de uma SE, até uma distância de 10-25 km da mesma, pode drenar para fora da malha de terra, através dos mesmos, valores de corrente freqüentemente muito superiores a 70% da corrente de defeito que circula pelas fases da LT. Essa corrente denominada "corrente de pára-raios" (iP). A partir desse trecho inicial de 10-25 km, a LT pode utilizar os cabos pára-raios de aço usuais, sem afetar os valores de (iP) mencionados. Mostra-se que o aumento do valor da corrente (iP), corresponde a uma redução da "corrente de malha" (iM), que injetada no solo, ou absorvida do solo pelos condutores da malha de terra. A corrente (iM) responsável pelos potenciais de passo e de toque produzidos na SE, durante um curto-circuito. Assim sendo, uma redução do valor de (iM), causado pelo uso de pára-raios CAA, permite usar malhas de aterramento com maior espaçamento dos condutores de cobre. O IT mostra que, do ponto de vista da Concessionária como um todo, um aumento de custos de pára-raios nos trechos iniciais das LT's, pode ser contrabalançado pela redução do custo da malha da SE, bem como pela redução de outros custos com cablagens, dispositivos, equipamentos e segurança, o que pode ser conseguido com a redução dos valores dos potenciais de terra. Por esse motivo o IT sugere que as equipes de LT's e de SE's interajam mais intensamente em época de projeto e considerem o sistema de aterramento das torres das LT's e os cabos pára-raios correspondentes, até uma distância de 10-25 km da SE, como parte integrante do sistema de aterramento da mesma. O IT apresenta ainda um roteiro detalhado para o cálculo manual ou digital do valor das correntes (iP), (iM) e das demais componentes da corrente de defeito, bem como da extensão necessária dos cabos pára-raios CAA. Finalmente o IT recomenda que a utilização de cabos pára-raios CAA nos trechos iniciais de saídas de LT's, seja utilizado como rotina.
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