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Sobral, Sergio et al. Controle de interferências e compatibilidade eletromagnética na usina e na SE de Serra da Mesa, de Furnas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
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Resumo

O IT apresenta um sumário dos procedimentos especiais de engenharia utilizados pela IESA, durante a execução do projeto executivo da Usina hidrelétrica e da SE de Serra da Mesa, de FURNAS, com pátios de 500, 230 e 138 kV, capacidade de 3x472,6 MVA, situada no Rio Tocantins. A Usina em apreço utilizará um número elevado de dispositivos eletrônicos digitais para sua proteção e operação que, como é sabido, são muito sensíveis a perturbações eletromagnéticas produzidas por descargas atmosféricas, bem como por chaveamento de circuitos, curto-circuitos etc. Um aspecto preocupante adicional é a elevadíssima resistividade do solo no local. Para minimizar as interferências que podem agir sobre os dispositivos sensíveis e sobre as cablagens ligadas aos mesmos, foram introduzidos procedimentos especiais no projeto da parte interna e externa das instalações, que influenciam os seguintes itens de projeto: tipo de cablagens; blindagens das cablagens e metodologia de aterramento das mesmas; número e geometria das vias de cabos; circuitos de terra internos; topologia das salas especiais e locais onde serão instalados os equipamentos digitais sensíveis. São discutidas também algumas modificações necessárias no sistema de aterramento externo das instalações. Mostra-se que a utilização de dois cabos pára-raios CAA (110,8 MCM, Minorca), em cada saída de LT's de 500 e 230 kV, até uma distância de cerca de 22 km da Usina, drenam para fora do sistema de aterramento local a quase totalidade das contribuições do curto-circuito das LT's. Caracteriza-se também em que condições especiais as ferragens das edificações podem ser utilizadas como condutor de descida do sistema de captação de raios, e os procedimentos de segurança complementares que tornam-se então necessários. O IT mostra ainda que os limitadores não devem ser utilizados como proteção de primeira linha contra interferências eletromagnéticas.
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