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MOURA, Milton. Quem quer comprar a cara desta cidade?. In: PLANEJAMENTO NA BAHIA, 2001, Salvador. Anais... Salvador: CEPLAB, 2001.
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Número de Trabalhos: 5 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
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Resumo

Historiadores e economistas costumam dizer que a Cidade do Salvador e seu Recôncavo experimentaram um distanciamento considerável dos processos dinâmicos da economia nacional e mundial desde o último quartel do século passado até meados deste século. Este quadro só começaria a mudar em 1953, com a instalação da indústria de extração e refino de petróleo e, inclusive, a criação de uma classe média operária. A industrialização aconteceu mais fortemente nos anos 70, com a entrada em ação de um complexo petroquímico de proporções consideráveis de produção de bens intermediários e uma rede subsidiária deste, de proporções menos consideráveis. A isto se associa uma urbanização muito rápida da capital, com os dramas que costumam acompanhar o inchamento de uma cidade de precária infra-estrutura, e uma certa modernização de hábitos, sobretudo no que concerne à integração da informação e da fruição estética aos circuitos da mídia. Estaria Salvador, então, integrada ao grande mundo e resgatada da dormência civilizatória.
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