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GUNN, Philip. Liberalismo estatal e a persistência de diferenciação espacial do território brasileiro - o caso da Bahia. Espaço e Debates, São Paulo, ano 11, n. 32, p. 63-7, quadrimestral. 1991.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 12 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 1
Índice h: 1  
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Resumo

As alterações ocorridas na economia, durante as décadas recentes, produziram mudanças profundas na territorialidade de urbanização e na dimensão territorial do parque industrial brasileiro. A questão que orienta o trabalho atual é sobre os modos de descrever e interpretar o significado dessas mudanças. Na primeira parte do trabalho consideram-se eixos existentes para conceituar as evidências empíricas de mudança, com destaque para perspectivas centradas na territorialidade da divisão social do trabalho, e nas especificidades espaciais da relação antagônica entre formas de regulação estatal e produção pela mercadoria. A segunda parte do trabalho toma, como objeto empírico, o caso da evolução do setor petroquímico, especialmente no surgimento e expansão do pólo baiano de Camaçari. As evidências analisadas estão presentes na parte final do trabalho que qualificam os métodos de interpretação abordados inicialmente. O trabalho conclui que a analogia da via prússia possui potenciais importantes mas limitados para o entendimento das especificidades regionais do caso brasileiro.

Abstract

The changes which have occurred in the brazilian economy during recent decades have produced new patterns of urbanization and territorial changes in the countries industrial base. The following paper questions the conceptual frameworks used to provide descriptions and interpretations on the significance of these changes. Existing perspectives are briefly summarized in the inicial part of the paper. To illustrate the use of these conceptual frameworks the second part of the paper takes as its empirical reference the appearance and evolution of the Camaçan petrochemical complex in Bahia. The results of this study are then used in the final part of the paper to qualify current perspectives on the caracterization and periodization of territorial changes in Brazilian capitalist development.
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