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SANTOS, Márcia Sarmento. Análise da influência dos parâmentros do ceb-90 sobre o cálculo à fadiga, em relação à NBR 7187-87. 161p. Dissertação (Pós-Graduação em Engenharia Civil) - Escola de Engenharia, Universidade Federal Fluminense,Niterói, 1994.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 30
Índice h: 2  
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Resumo

Após a publicação da Norma Brasileira de Pontes (NBR-7197), houve muita discussão relativa aos coeficientes de minoração do trem-tipo a ser adotado no dimensionamento do vigamento principal das pontes. 0 coeficiente em questão é de 0.8. Com a conclusão do Código Modelo CEB-90 constatou-se que esta nova norma apresentava critérios de dimensionamento, aparentemente, menos rigorosos que a norma brasileira supra-citada. Para fins de melhor avaliação da NBR-7197 foi feito, presente contribuição, um estudo comparativo entre os critérios das duas normas à luz de vários exemplos práticos, nos quais se considerou como padrão os resultados do CEB-90. Apenas a título de curiosidade foi feita ainda, uma comparação dos resultados supra-citados com o método clássico de dimensionamento à fadiga, referente à antiga NB-2 (Norma Brasileira de Pontes que vigor ou antes da NBR-7187, utilizada no dimensionamento de pontes brasileiras existentes, inclusive algumas obras recentes (Linha Vermelha o Metrô-SP). Por se tratar de continuidade de um assunto já abordado em tese anterior da Universidade Federal Fluminense (Chamon [06]), na qual fora proposto um trem-tipo para fadiga obtido com a utilização do um estudo de tráfego, procurou-se, também avaliar os resultados supra-citados à luz do trem-tipo proposto. Os resultados mostraram que a NBR-7187 leva a valores conservadores em relação ao CEB-90, com armaduras correspondentes cerca de 30%. maiores, para o mesmo trem-tipo. Constatou-se, ainda, que o emprego dos critérios previstos no CEB, utilizando-se o trem-tipo da norma brasileira com o número de ciclos associado (2x106) e o trem- tipo proposto por Chamon, que tem maior número de ciclos medidos (1,9 X 107) conduz aproximadamente aos mesmos resultados em termos de armadura. Finalmente, como seria de se esperar, a antiga norma brasileira (NB-2) mostrou-se extremamente menos conservadora que o CEB-90 em termos de armadura requerida pelo dimensionamento à fadiga.
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