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Sobral, Sergio et al. Trajetos preferenciais da corrente de retorno: conseqüências práticas e redução do custo das instalações. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
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Resumo

O IT mostra que, quando um condutor, biaterrado, ou multiaterrado, corre paralelamente as fases de um circuito, uma parcela considerável da corrente de defeito, denominada "corrente autoneutralizada", retorna desde o ponto do curto-circuito, até o neutro do transformador local ou remoto, circulando exclusivamente pelo condutor paralelo em apreço. A parcela "autoneutralizada" da corrente de retorno, não se difunde no solo pelos pontos de aterramento do condutor paralelo, nem causa qualquer queda de potencial longitudinal ou transversal no mesmo, já que a queda de tensão que produz, ao circular pelo condutor, neutraliza exatamente a tensão induzida pelas fases ao longo do mesmo. Como não se difunde no solo, e retorna ao neutro por via metálica, a parcela "auto neutralizada" não causa potenciais "de passo", "de toque", ou "de malha" no sistema de aterramento da instalação. O fenômeno é idêntico para qualquer condutor de terra paralelo as fases, tais como: cabos pára-raios de linhas de transmissão; blindagens metálicas de cabos de potência; neutros dos alimentadores de distribuição; condutores de terra de instalações industriais e prediais, que são geralmente instalados no interior de eletrodutos, bandejas, eletrocalhas e canaletas. O valor da corrente "auto-neutralizada" depende da distância media geométrica entre as fases e o(s) condutor(es) de terra paralelos, bem como da impedância longitudinal do(s) condutor(es) de terra mencionados, bem como do valor da corrente de seqüência zero que circula nas fases do circuito. O IT apresenta uma tabela tentativa que mostra os valores típicos da componente "auto-neutralizada", para diversos tipos de condutores de terra nas imediações das fases. O IT comenta que o fenômeno da autoneutralização já é bem conhecido em termos internacionais, há cerca de 2 a 3 décadas e foi confirmado por medições de campo ha cerca de 10-15 anos. O fenômeno já utilizado para reduzir custos do sistema de aterramento de usinas, subestações e linhas de transmissão por Consultoras e Concessionárias de serviços de energia elétrica do Brasil e do exterior. Entretanto sua utilização ainda muito pequena para reduzir custos dos sistemas de aterramento de instalações de distribuição, industriais e prediais.
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