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Cordovil, Fabíola. Algumas considerações sobre o movimento art nouveau, Henry Van de Velde e a teoria da empatia. In: ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA, 5., 2005, Maringá. Anais... Maringá, 2005.
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Resumo

O movimento Art Nouveau surge em um contexto no qual se apresentava a necessidade de uma nova orientação para as artes e para a arquitetura, representando uma renovação no modo de conceber e difundir os produtos industrializados que se faziam presentes a partir de meados do século XIX em países como a Inglaterra. Por detrás das formas e desenhos característicos do movimento, apresentavam-se novas teorias e novos materiais nos quais o desenvolvimento industrial assume um papel preponderante. Assim, o presente artigo pretendeu contextualizar brevemente o movimento Art Nouveau, abordando seus principais temas, alguns dos seus principais expoentes e as suas características constantes apesar das diferenças entre as concepções artísticas, bem como a importância do desenvolvimento industrial para a utilização de novos materiais. Ao aproximarmo-nos das orientações e teorias presentes a partir de meados do século XIX, procuramos enfatizar a importância do principal teórico e artista, Henry Van de Velde e a sua relação com a Teoria da Empatia elegendo-se, para tanto, alguns trabalhos que a evidenciassem. Destarde, recorreu-se a historiadores e teóricos que abordaram o tema Art Nouveau com o objetivo de elucidar o seu surgimento, a sua difusão, as suas características, os seus principais artistas e a importância de Henry Van de Velde como fornecedor de uma sólida concepção teórica a respeito do ornamento, além do seu modo de ver a questão da abstração e da sua aproximação com a Empatia.
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