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DANTAS, A. C. C. L. et al. "Uma cidade sem planos?" - o processo de institucionalização do planejamento urbano em Natal. In: SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DA CIDADE E DO URBANISMO, 8., 2004, Niterói. Anais... Niterói: ARQ.URB/UFF, 2004.
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Resumo

Durante a década de 1950 no Brasil, os anseios de progresso, industrialização e desenvolvimentismo econômico apregoados pelo governo de Juscelino Kubitschek, acarretaram, no âmbito da cidade, propostas que objetivavam solucionar os novos problemas urbanos que emergiram na década anterior, originando novas formas de intervenções no espaço físico das capitais brasileiras e instituindo, assim, a prática do planejamento urbano como meio de legitimação das ações públicas. Esse processo de emergência e consolidação do planejamento urbano nas esferas administrativas locais e estaduais será analisado a partir do caso específico de Natal, onde os planos urbanísticos anteriormente elaborados - Plano Geral de Sistematização (1929) e Plano Geral de Obras (1939) -, passaram de norteadores e responsáveis pelo controle da expansão urbana a instrumentos obsoletos frente à nova configuração e aos problemas emergentes na cidade a partir da II Guerra Mundial. Tomando por base os documentos oficiais leis, decretos e mensagens de governo - e os periódicos locais da época, pretende-se, então, observar como a administração local se posicionou frente às novas necessidades urbanas, exacerbadas pelo do crescimento físico e populacional da cidade durante as décadas de 1940 e 1950, pelo concomitante anseio de industrialização por parte das elites políticas e, sobretudo, pela ação do mercado imobiliário que culminou com a disseminação de inúmeros loteamentos privados. Esse contexto, embora considerado pela historiografia local como um período sem planos, evidencia inúmeras tentativas de superação e solução dos problemas urbanos empreendidas pelo prefeito Djalma Maranhão em suas duas gestões (1956-5911960-64) - as quais se pretende analisar de forma mais aprofundada -, demonstrando uma preocupação eminente com os rumos urbanísticos da cidade, e servindo como base para a criação de instituições e para a elaboração, em 1967, do Plano Urbanístico e de Desenvolvimento de Natal. Tal plano, de autoria do arquiteto Jorge Wilheim em conjunto com o escritório Serette, incorporou várias das diretrizes e propostas sugeridas por Djalma Maranhão, visando dotar a cidade da infraestrutura necessária à implementação da industrialização no estado e representando, portanto, a institucionalização definitiva do planejamento urbano em Natal.
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