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Coelho, Edumar Ramos Cabral et al. Avaliação da filtração lenta na remoção da matéria orgânica natural, microorganismos e atrazina. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001. p. 1 - 12.
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Resumo

0 interesse com relação à remoção de material orgânico no tratamento de águas de abastecimento, aumentou após a década de 70, e surgiu em decorrência do melhor conhecimento das propriedades mutagênicas e carcinogênicas de alguns poluentes orgânicos, tais como os pesticidas, existentes no afluente ou formados durante o processo de tratamento de água. Com o desenvolvimento e aperfeiçoamento de métodos analíticos capazes de detectar e identificar compostos orgânicos em baixas concentrações, surgiram novas regulamentações que procuraram proteger o meio ambiente e a saúde humana, bem como a preocupação dos pesquisadores na busca de novas tecnologias e processos de tratamento alternativos, ou associação de processos que enquadrem a água tratada obedecendo aos padrões vigentes. A associação de processos, para remoção desses contaminantes tem sido considerada uma alternativa em potencial para remoção de matéria orgânica natural e pesticidas, destacando-se a oxidação química, a radiação ultravioleta, filtros de carvão ativado granular, filtros biológicos (inoculados ou não) e filtração biológica em leito de areia e em leito de areia com camada intermediária de carvão ativado granular. No presente estudo foi investigada a capacidade de filtros lentos piloto com camada de areia e com camada de areia e intermediária de carvão ativado granular. Os filtros lentos eram precedidos de pré-filtro dinâmico em pedregulho e pré-filtro em pedregulho de escoamento ascendente. A atrazina, agrotóxico comum na região central do Estado de São Paulo, foi adicionada ao afluente do pré-filtro ascendente. 0 filtro lento com camada intermediária de carvão ativado apresentou melhor desempenho na remoção de matéria orgânica natural, avaliada pela medida de cor verdadeira, cor aparente, absorvância, oxigênio consumido, de microrganismos e dea trazina. O efluente do filtro lento com camada intermediária de carvão ativado apresentou valores para Escherichia coli que obedecem ao Padrão de Potabilidade Brasileiro (Portaria do Ministério da Saúde Nº 1469 de dezembro de 2000). Para concentrações de atrazina no afluente inferiores a 20mg/L, o filtro lento com camada intermediária de carvão ativado granular apresentou também valores inferiores ao estabelecido pela portaria mencionada (2 mg/L).
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