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PADARATZ, I. J. et al. Incidências patológicas em fachadas e áreas comuns de edificações para ensino: caso do campus da universidade estadual de Maringá. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 9., 2002, Foz do Iguaçu. Anais... Foz Do IguaÇu: ANTAC, 2002. p. 1453-1458.
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Resumo

Conhecer as patologias de maior incidências e suas origens e causas possibilita ações preventivas e corretivas eficazes durante o projeto, produção ou uso de edificações. O objetivo deste trabalho é identificar a incidência de manifestações patológicas nas fachadas e áreas comuns internas de edifícios do campus-sede da Universidade Estadual de Maringá. A amostra é composta por dezenove edifícios construídos entre 1978 e 1991. Procedeu-se o levantamento de campo, identificando-se os tipos de patologias, sua natureza, localização e as possíveis causas e origens para posteriores análises. Com o estudo obteve-se o percentual global de incidências patológicas nas fachadas e nas áreas internas comuns, as patologias incidentes decorrentes da umidade, a análise dos elementos construtivos fissurados e a origem desta fissuração. Pode-se destacar que dentre as patologias a fissura possui o maior percentual de incidência; dentre as patologias por umidade, a infiltração foi mais significativa e, fissuras decorrentes de dilatação térmica estão presentes em 100% dos edifícios de 10 anos e fissuras por corrosão em 100% dos edifícios de 20 anos. Observou-se que as patologias identificadas surgiram a partir da concepção do projeto e do sistema construtivo adotado, bem como, da forma de utilização e da ausência de manutenção preventiva ou corretiva.
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