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SARAIVA, M. et al. SIG colaborativo na região da balsa - Pelotas/RS/Brasil. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO,15., 2014, Maceió. Anais...  Maceió: ANTAC, 2014. p. 1-10.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 2
Índice h: 1  
Co-autores: 12

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Número de Trabalhos: 6 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 6
Índice h: 1  
Co-autores: 15

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: 1

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Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: 1

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: 1

Resumo

 Os Sistemas de Informações Geográficas (SIG) destacam-se por sua capacidade de organização, análise e visualização de dados espacialmente referenciados. Recentemente, o uso de SIG tem se popularizado através de soluções online, gratuitas e abrangentes, como as ferramentas Google Maps e StreetView. Também destaca-se seu uso em ambientes colaborativos, onde os próprios usuários do espaço mapeado podem completar e corrigir as informações disponíveis. Essas características conferem grande potencial ao uso do SIG como ferramenta de inclusão social. Através do mapeamento de áreas de interesse social e distribuição das informações à população de forma simples e abrangente, é possível fomentar o autorreconhecimento da comunidade, com reflexos positivos em sua organização social. Este trabalho faz da rede de pesquisa Morar.TS, que busca o desenvolvimento de Tecnologias Sociais (TS) para a habitação de interesse social. Seu objetivo é fornecer um conjunto de informações de levantamento e disponibilizálas online, divulgar nas comunidades abrangidas e incentivar seu uso entre a população, além de fornecer meios para receber a colaboração dos usuários para corrigir e completar as informações. Inicialmente, foram realizados levantamentos em duas categorias: a) dados socioeconômicos, obtidos a partir do Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); b) dados físicos, obtidos a partir de dados de sensoriamento remoto e de levantamento físico no local. A partir da coleta inicial de dados e organização dos mesmos em SIG, o próximo passo consiste na disponibilização desses dados via internet. Diversos casos de sucesso de mapas colaborativos online podem ser encontrados, sendo que o desafio é transpor essa tecnologia para usuários de baixa renda. A experiência relatada neste trabalho tem relevância por duas razões: a) reforçar o senso de comunidade dos bairros mais pobres, engajando as pessoas na atualização das informações de sua vizinhança; b) para posteriores trabalhos de pesquisa, que podem contar com uma base de informações completa, confiável e atualizada.

Abstract

 Geographic Information Systems (GIS) stand out due to their capacity of organization, analysis and visualization of spatially referenced data. Recently, the use of GIS has become popular through online free solutions, such as Google Maps and StreetView tools. Its use in collaborative environments also stands out, where the users of the mapped space may complete and correct available information. These characteristics provide a great potential to the use of GIS as a tool of social inclusion. Through the mapping of social interest areas and the distribution of information to the population in a simple and broad way, it is possible to promote the auto recognition of the community, with positive consequences in its social organization. The purpose of this work is to provide survey information and make them available online, motivating its use among the population as well as providing means to receive the! collaboration of users to correct and complete the information. To begin, surveys were performed in two categories: a) social economical data, obtained from the Census 2010 carried out by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE); b) physical data, obtained from remote sensing and physical survey at the site. From the initial data collection and its organization in GIS, the next step consists in making this data available via Internet. Several successful cases of online collaborative maps can be found, but the challenge is to transpose this technology for low-income users. The experience reported in this work is relevant for two reasons: a) reinforcing the sense of community in poorer neighborhoods, engaging people to update their neighborhood information; b) for later researches, which can rely on a complete, reliable and updated set of information.
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