Mais informações

Lima Junior, Josué Alves de. Explorando as formas geométricas presentes na construção do origami tridimensional para o ensino. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO, 16., 2003, Santa Cruz do Sul. Anais... Santa Cruz do Sul, 2003.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

O presente estudo visa a mostrar que o origami é um recurso que serve para o ensino/aprendizagem de geometria, a qual é pouco explorada na sala de aula, dando-se mais atenção às outras partes da matemática, resultando, assim, num desenvolvimento muito restrito do pensamento espacial. Como a geometria bidimensional pode ajudar no desenvolvimento da percepção espacial do individuo? Uma possível resposta a essa indagação é a atividade geométrica com dobradura de papel, passando do plano bidimensional para a forma tridimensional. Por exemplo, os alunos constroem através de uma seqüência de dobras de papel um quadrado, que o obriga a ter mais claro o seu conceito de quadrado, continuando até a construir uma forma tridimensional. Isso por sua vez ajuda-o a despertar ou desenvolver pela suas próprias percepções (visuais, táteis e cinestésicas), uma visão espacial e conseqüentemente aquisição dos conceitos de perímetro, área e volume. Além de identificar os elementos implícitos nas formas geométricas. Portanto esse trabalho apresenta algumas informações sobre geometria da maneira como é estruturada na escola, objetivando a interação com a maneira não estruturada na escola. Aguçando, assim, o desenvolvimento da percepção espacial do individuo. O que é importante para perceber as transformações geométricas, que o homem realiza ao longo do tempo, isto é, criando e modificando o meio ambiente ou o mundo real em que vivemos.

Abstract

The present study aims to show origami as a resource that can be helpful in teaching/learning of geometry, which is little explored in the classroom, where one gives more attention to other parts of the mathematics, resulting in a very restricted development of the spacial thought. How bidimensional geometry can help in the development of our spacial perception? A possible reply to this investigation is geometric activity with paper folding, passing from the bidimensional plan to the three-dimensional form. For example, as pupils construct a square through a sequence of paper folds, this compels them have a clearer concept of square, continuing until constructing a three-dimensional form. This in turn helps it to awake or to develop its proper perceptions (visual, touch and kinesthesis), a spacial vision and consequently acquisition of the concepts of perimeter, area and volume. Besides identifying the implicit elements in the geometric forms. Therefore this work presents some information on geometry in the way as it is structuralized in the school, objectifying the interaction with the way not structuralized in the school. Sharpening, thus, the development of the spacial perception of the individual. What is important to perceive arethe geometric transformations that man carries through along time, that is, creating and modifying the environment or the real world where we live.
-