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LIMA FILHO, Delson. Geometrosemioticografia. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO, 16., 2003, Santa Cruz do Sul. Anais... Santa Cruz do Sul, 2003.
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Resumo

O universo é impregnado de signos que se proliferam a cada instante. As linguagens evoluem e se transformam numa velocidade vertiginosa. Compreender, cientificamente, todos os sinais e símbolos que a nossa percepção sensório-racional possa captar, parece ser o sonho de qualquer pesquisador, numa decifração da “pedra da roseta” de todos os fenômenos perceptíveis e imagináveis. A terra é uma imensa caverna como a descrita por Platão e nela estamos acorrentados, impossibilitados de vê-la de um contexto pluriuniversal. No entanto, os signos que se apresentam em um micro universo se repetem nos mais longínquos e distantes mundos e nas mais desconhecidas singularidades. A utilização da Geometria como instrumento de representação nos parece uma sub-utilização de algo que se expressa com maior importância e tem uma longa história, desde os tempos das cavernas. Todas as representações icônicas, numéricas, literais, simbólicas que se concretizem em qualquer matéria, compõem uma geometria, uma forma que se traduz em uma comunicação. Assim, a aplicação dos conceitos semióticos de Charles Sanders Peirce na Geometrografia de Emile Lemoine, parece-nos o caminho para a leitura não verbal das linhas.

Abstract

The universe is impregnated of signs that are proliferated at each instant. The languages develop and they become a dizzy speed. To understand, scientifically, all of the signs and symbols that our sensorial-rational perception can capture, it seems to be the dream of any researcher, in a decifration of the rosette’s stone from all of the perceptible and imaginable phenomena. The earth is an immense cavern as described by Plato and in which we are chained, unable of seeing it in a context plus-universal. However, the signs that come in a personal computer universe repeat in the most distant and distant worlds and in the more strangers singularities. The use of the Geometry as representation instrument seems us a sub-use of something that is expressed with larger importance and it has a long history, since the times of the caverns. All of the iconic representations, numeric, literal, symbolic that are rendered in any matter, they compose a geometry, a form that translates in a communication. So the application of Charles Sanders Peirce concepts semiotics in Geometrography of Emile Lemoine, seems us the way for the reading no verbal of the lines.
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