Mais informações

MACHADO, A. T. et al. O uso de escórias de aciaria como agregado na construção civil. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA NO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 9., 2002, Foz do Iguaçu. Anais... Foz Do IguaÇu: ANTAC, 2002. p. 1595-1602.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 4
Índice h: 2  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: 1

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: 1

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

As escórias de aciaria são um dos subprodutos de maior volume gerado nas usinas siderúrgicas integradas e semi-integradas. Estima-se que no Brasil para uma produção de aço de 26 Mt foram geradas cerca de 4 Mt de escória de aciaria em 1998. Contudo a sua utilização como materiais de construção civil é inviabilizada devido a sua elevada expansibilidade, decorrente principalmente da hidratação do CaO e MgO livres e da corrosão do ferro metálico (Fe°). O presente trabalho mostra os resultados preliminares da avaliação deste fenômeno em escórias de aciaria a oxigênio (LD ou BOF) e faz uma abordagem crítica do efeito do tamanho da partícula na expansão dessas escórias. Para a avaliação da expansibilidade, adotou-se como referência o método de determinação da expansão pelas agulhas de Le Chatelier — NBR 11.582/91. Os resultados preliminares das avaliações mostram que a escória, quando utilizada com dimensões que variam de 4,75 mm a 150 µm, apresentou uma expansibilidade de aproximadamente 11,8 %, enquanto que com granulometria menor que 150 µm apresentou expansão de apenas 0,41 %. A partir desses resultados conclui-se que o tamanho da partícula influenciou diretamente no potencial de expansão da escória de aciaria, através do menor tempo de estabilização desse material.
-