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GOMES JÚNIOR, Guanaes et al. Proposta de metodologia para operação e manutenção de redes de distribuição de água. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001. p. 1 - 16.
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Resumo

Não é comum encontrar na literatura técnica trabalhos referentes aos processos que envolvem as atividades de operação e manutenção de redes de distribuição de água potável. Via de regra, essas atividades não são executadas como um processo, ou seja, não são desenvolvidas de forma cíclica, com retroalimentação, etc. Na prática, considera-se que a operação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) termina quando a água é recalcada para o reservatório de distribuição; daí em diante, fica por conta do dimensionamento feito pelo projetista, acreditando-se que as condições teóricas assurnidas no projeto sempre ocorrerão na prática. A esse respeito, convêm lembrar que uma das referências para quem trabalha no Setor, o Manual de Hidráulica do Professor Azevedo Netto, cita uma frase de Leonardo Da Vinci: "Se tens que lidar com água, consulta primeiro a experiência, e depois a razão" Esse procedimento está tão internalizado nas Operadoras que alguns engenheiros que trabalham na área chegam a afirmar que não operam a rede, apenas a mantêm. A operação da rede só é lembrada na crise, e a engenharia sanitária brasileira está repleta de exemplos de sistemas de abastecimento de água submetidos,a "rodízio", "racionalização, "racionamento" e outros termos utilizados para justificar a falta d'água que, em alguns casos, poderia ser resolvida se a operação fosse encarada como um processo. A causa principal desse fenômeno pode estar na origem da maioria das empresas. Desde o primeiro momento voltadas para implantar e expandir SAAs, concentraram seus esforços em projetos e obras, relegando a segundo plano a operação e a manutenção dos sistemas. A conta a pagar por esse procedimento tem sido alta: conviver com perdas da ordem de 50%. 0 desenvolvimento institucional da área operacional, na maioria das empresas estaduais, começou a ser uma preocupação empresarial no início dos anos 80 (portanto, mais de uma década depois da constituição das Cias Estaduais), quando o Controle de Perdas foi transformado em Programa de Desenvolvimento Operacional e que, na maioria dos casos, não resistiu à extinção do BNH. A metodologia proposta neste Trabalho vem sendo utilizada com sucesso em um sistema com cerca de 122 mil ligações e 880km de rede, desde maio de 1998; os resultados que estão sendo alcançados validam o processo. E embora esteja sendo adotada em um setor do SAA de uma Região Metropolitana, parece ter aplicação possível, com as devidas adaptações, em sistemas de distribuição de água de qualquer porte.
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