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FASCIONI, Lígia Cristina; VIEIRA, Milton Luiz Horn. O kitsch na comunicação visual das empresas de base tecnológica. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO, 15., INTERNATIONAL CONFERENCE ON GRAPHICS ENGINEERING FOR ARTS AND DESIGN, 4., 2001, São Paulo. Anais... São Paulo: ABEG, 2001. p. 763 - 773 .
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Resumo

A popularização das ferramentas gráficas e seus sofisticados recursos de aplicação de cores, texturas, sombras, relevos e efeitos tem se tornado uma armadilha quase irresistível em direção ao kitsch. Tal fenômeno, observado por meio do bombardeio a que somos submetidos diariamente nos meios de comunicação, contribui para a formação de uma nova estética. Tudo ao mesmo tempo agora parece ser o lema de muitas empresas, ávidas em agradar e seduzir seus clientes com promessas de recursos sonoros e visuais nem sempre úteis. A estética do degradê e efeitos 3D em materiais de divulgação e a miríade de luzes piscantes, movimentando-se de maneira ensandecida e com cores contrastantes, presentes em desde simples aparelhos de som até painéis de carros importados, nos remete a reflexões sobre o assunto. Será que ainda deveríamos nos deixar deslumbrar com a forma (leia-se luzes coloridas), quando a função (falar instantaneamente com o outro lado do planeta em um telefone celular, por exemplo) já é, por si, tão fantástica? Por que precisamos desses recursos tão simplórios e antigos para nos deixarmos seduzir? No artigo, serão apresentados os conceitos básicos da estética kitsch, bem como alguns princípios do bom design e analisados produtos comumente utilizados no mercado.

Abstract

The popularization of graphic tools and theirs sophisticated resources became a almost irresistible trap in direction of kitsch. This phenomenon contributes to build a new aesthetic standard. Everything now seems be the slogan of some companies, thirsty of to seduce and to please the customers. The 3D effects aesthetic, the myriad of blink lights and contrastable colors make us to think about. Why to be seduced by colorful lights when the function is already so fantastic? Why we need these effects so silly? In this work are presented some basics concepts about the kitsch aesthetic and are analyzed some products.
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