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ARANTES, Paulo; GIACOMINI, Fernanda. Technology Park of Viçosa: a new approach on the urban morphology issue.
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Resumo

Parques Científico e Tecnológico (STP) são uma estratégia de transferir resultados de I & D para a indústria. Desde a década 1990 o número de parques tecnológicos e científicos no Brasil tem aumentado rapidamente. Apesar do seu rápido crescimento, há uma falta de estudos incidiram sobre os impactos de tais empresas, nas cidades, regiões e tows foram eles são (ou serão) localizados, principalmente aqueles relacionados com os impactos sobre o tecido urbano. Os últimos estudos sobre as STPs relacionamento com a comunidade envolvente têm demonstrado que um grande número deles (não só no país, mas também em todo o mundo) são (ou foram) planeado como um lugar fechado, o que significa um gueto urbano, Considerando que um grande número deles tem barreiras físicas (muros, portões, etc), o que significa que eles estão a desligar o tecido urbano. Em adição a isto, as pessoas de comunidades de fronteira, que não estão diretamente envolvidos com atividades que undertaker's Park, não são bem-vindos para visitar ou eles não têm sequer uma chance de ir para um stroller nestes locais. Portanto, as enormes áreas urbanas, muito bem servidos, com uma bela paisagem, foi planejado com o objetivo de atender apenas as necessidades de negócios. Isso significa: eles não estão integrados com o meio envolvente. Devido a isso, alguns autores classificam essas áreas como um "suburbanos aparas", uma vez que a maior parte dos STPs estão localizados nos subúrbios das cidades ou vilas. O presente documento tem a intenção de discutir os parques científicos e tecnológicos sob o ponto de vista morfológico, utilizando o Parque Tecnológico de Viçosa proposta como um estudo de caso, uma vez que apresenta uma nova abordagem morfológica de vincular as características de um "habitat de excelência da ciência, da tecnologia organizações de base e do conhecimento ", com a idéia de um ponto de encontro ou um parque urbano, aberto e integrado com a comunidade local.

Abstract

Scientific and Technology Parks (STP) are a strategy to transfer R&D results to industry. Since the 1990 decade the number of Scientific and Technology Parks in Brazil has quickly increased. Despite of its rapid increase, there is a lack of studies focused on the impacts from these undertakings in the cities, tows and regions were they are (or will be) located, mainly those related with the impacts on the urban fabric. The latest studies on the STPs relationship with the community surroundings have shown that a great number of them (not only in the country, but also all over the world) are (or were) planned as a closed place, that means a urban ghetto, whereas a great number of them have physical barriers (fences, gates, etc) which means that they are disconnect to the urban fabric. In addiction to this, people from the border communities, who are not directly involved with that Park’s undertaker activities, are not welcome to visit or they even do not have a chance to go for a stroller in these places. So, huge urban areas, very well served, with a beautiful landscape, were planned with the goal of attending only the business needs. That means: they are not integrated with the surroundings. Due to this, some authors classify these areas as a “suburban scarp”, once the most STPs are located in the suburbs of the cities or towns. This paper intends to discuss the scientific and technology parks under the morphologic point of view, using the Technology Park of Viçosa proposal as a case study, once it presents a new morphologic approach to bind the characteristics of an “habitat of excellence of science, technology and knowledge-based organizations”, with the idea of a meeting place or a town park, opened and integrated with the local community.
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